Eu ando cansada do nada, do pouco e do | Ariadne Motta
Eu ando cansada do nada, do pouco e do insuficiente. Parece que as coisas não mudam, o tempo não passa e as dores não param
Eu ando cansada do nada, do pouco e do insuficiente. Parece que as coisas não mudam, o tempo não passa e as dores não param