”Bom dia”, sempre digo | José Zaidan
”Bom dia”, sempre digo
“Boa noite”, sempre uso
O poema fica repetitivo
Da língua quase não abusoO brincar é necessário
O poema? InvoluntárioTalvez seja nisso que sou bom
Um poema como o vinho Bourbon
Com queijo, tem quem goste
No pão, ou no bolo, na frigideira tosteFica crocante
A receita é dela
Ela queima(Reverência)