A raposa e a coelha: Ao dedilhar as | Lucas Goulart Ferreira

A raposa e a coelha:

Ao dedilhar as cordas do violão
com toda sua alegria e paixão
a coelha repousa no colchão.

Cantorias vem e vão…
adentram aos sonhos daquela coelha
e a noite se perde no calor da imensidão.

Os anos passam…
a raposa continua com sua graça
que aos encantos da coelha, abraça.

Uma corda arrebentou,
pequena raposa, oh não!
a sua coelha despertou.

Lúcida, a coelha presta atenção
a raposa canta a mesma canção
mas a coelha não dorme mais, não.

É o fim, a coelha te abandonou!
coração abalou, mas o tempo cura:
Sua vida recomeçou.